Operação Não Olhe Pra Trás prende suspeita de homicídio em ação integrada entre Goiás e Rio Grande do Sul.

Investigada de 31 anos foi localizada em Charqueadas (RS); mandados também foram cumpridos em Catalão e outras cidades gaúchas.

Postado em 11/02/2026
Operação Não Olhe Pra Trás prende suspeita de homicídio em ação integrada entre Goiás e Rio Grande do Sul.
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Por Síbylle MachadoComercial

A Polícia Civil de Goiás, por meio do Grupo Especial de Investigação Criminal (GEIC) da 9ª DRP de Catalão, deflagrou nesta quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026, a operação “Não Olhe Pra Trás”, que resultou na prisão de uma mulher de 31 anos suspeita de participação em um homicídio ocorrido em Catalão.

A ação foi realizada de forma integrada com a Agência de Inteligência do 9º CRPM e a 8ª Cia. CPE/9º CRPM, além do apoio operacional da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (DEIC) da Polícia Civil do Rio Grande do Sul. A operação aconteceu simultaneamente em Catalão (GO) e nas cidades de Farroupilha, Charqueadas e Cachoeirinha, no Rio Grande do Sul.

Em Charqueadas (RS), foi cumprido mandado de prisão preventiva contra a investigada. Também foram executados mandados de busca e apreensão em endereços nas duas unidades da federação.

Segundo a Polícia Civil, a mulher é apontada como partícipe do crime e pode ter colaborado com a ação criminosa ao facilitar a atuação dos executores.

A investigação apura o homicídio ocorrido na madrugada de 27 de setembro de 2025, no Bairro Primavera, em Catalão. Na ocasião, a vítima foi atingida por diversos disparos de arma de fogo quando retornava de um show, acompanhado da esposa, já próximo de sua residência.

Durante o cumprimento de mandado de busca no Bairro Paineiras, em Catalão, em endereço ligado a um investigado de 44 anos, os policiais apreenderam uma pistola calibre 9mm, devidamente registrada, além de dezenas de munições. O material será submetido a exames periciais e poderá contribuir para o andamento do inquérito.

As investigações seguem em curso para esclarecer completamente os fatos e identificar todos os envolvidos no crime.

 

O nome da operação faz referência ao evento do qual a vítima participou pouco antes de ser morta e também ao fato de que a possível origem do crime estaria no Rio Grande do Sul, distante do local onde o homicídio foi consumado, em Goiás.