Caso inusitado: advogado goiano pede R$ 12 bilhões ao STF e alega ter sido vítima de clonagem de DNA

Petição de 59 páginas cita autoridades, empresários, artistas e instituições; alegações apresentadas pelo autor ainda serão analisadas pela Justiça.

Postado em 22/07/2026
Caso inusitado: advogado goiano pede R$ 12 bilhões ao STF e alega ter sido vítima de clonagem de DNA
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Por Síbylle MachadoComercial

Um advogado de Goiás protocolou uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) em que pede uma indenização de R$ 12 bilhões à União. Na petição, o autor afirma ser vítima de uma suposta organização internacional que atuaria com clonagem de DNA, manipulação genética, controle mental e perseguições utilizando tecnologias como satélites e robôs. As alegações apresentadas refletem a versão do advogado e ainda não foram reconhecidas pela Justiça.

O processo foi protocolado em 20 de maio de 2026 e possui 59 páginas. Além do pedido de indenização bilionária, o advogado também solicita o pagamento de pensões mensais em diferentes valores e uma série de medidas investigativas relacionadas às supostas tecnologias descritas na ação.

 Acusações e pessoas citadas

Na ação, o advogado sustenta que seria alvo de uma organização criminosa internacional responsável por clonagem de DNA, manipulação genética, lavagem de dinheiro, desaparecimentos, violência e desvio de patrimônio.

Entre os citados no processo estão o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-presidente Jair Bolsonaro, a União, a Polícia Federal, o Ministério Público Federal, estados brasileiros, polícias civis, a Igreja Católica, o papa Leão XIV e a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Posteriormente, o autor apresentou um aditamento ampliando a lista de pessoas mencionadas no processo, incluindo empresários, artistas e personalidades internacionais como Mark Zuckerberg, Eduardo Saverin, Bill Gates, Leonardo DiCaprio, Charlie Sheen, Vinícius Júnior, Ivete Sangalo, Miguel Falabella, Camila Queiroz, Wesley Batista, Elie Horn e André Gerdau Johannpeter.

 Alegações

Segundo a petição, integrantes da suposta organização estariam infiltrados em órgãos públicos, incluindo a Polícia Federal, o Ministério Público e o Poder Judiciário.

O documento também menciona a existência de uma suposta tecnologia capaz de interferir em acontecimentos passados para ocultar crimes e modificar provas, além de afirmar que o autor teria sido submetido à clonagem de DNA e outras formas de manipulação genética. Essas alegações fazem parte exclusivamente da narrativa apresentada pelo advogado na ação judicial.

 Processo aguarda análise

Até o momento, o Supremo Tribunal Federal não analisou o mérito das alegações, e não há qualquer decisão judicial reconhecendo a existência da organização descrita na petição ou confirmando os fatos narrados pelo autor.

O caso chamou atenção pelo conteúdo incomum da ação e pelo elevado valor da indenização solicitada, mas seguirá o trâmite processual normal perante a Corte.

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